A terceira crítica de Harry Potter e o Enigma do Príncipe acabou de surgir, porém, essa é a primeira crítica negativa sobre o filme. O site The Shiznit classificou o filme com três de seis estrelas, ou seja, uma nota média. No entanto, no relato feito site, não há muitas coisas boas citadas.
Enquanto esta surgiu, outros membros da equipe já estão traduzindo outra crítica do filme, que é felizmente positiva. Veja alguns trechos dessa negativa logo abaixo:
Subsequentemente, Enigma do Príncipe sofre os mesmos problemas dos outros filmes de Potter – há muita coisa acontecendo mas ainda se sente uma pouca insinceridade. Certamente, há muita coisa a ser curtida, mas isso requer uma solução a ser resolvida para se sobressair até o fim.
A primeira hora é uma energética experiência para dizer ao menos. Depois de um sem graça ataque dos Comensais da Morte na ponte Millennium (o jornal reporta um grande número de morto, apesar do fato que não há ninguém no local bem no momento), o filme passa como se estivesse engatinhando lentamente, tentando arrancar um humor pelos monótonos desentendimentos românticos entre os alunos de Hogwarts.
A tradução da crítica, na íntegra, estará disponível brevemente. Fiquem ligados porque nas próximas horas teremos mais críticas de Enigma do Príncipe, assim como vídeos e especiais. A equipe do Oclumência ficará a madrugada toda fazendo a cobertura do filme!
Resumo da crítica do The Shiznit. Por Lucas Alves.
Primeiro, uma confissão: não consegui ler os livros de Harry Potter. Indo em frente: volte e me dê um tiro. Eu vi os filmes e os considerava como distrações, mas nunca me senti obrigado a comentar sobre, uma vez que eles são claramente feitos para os fãs [...]. No entanto, agora estamos no sexto filme que mergulhou na totalidade da indústria cinematográfica britânica, e talvez seja hora de dar a Harry Potter e o Enigma do Príncipe seus méritos. Peço que não venham me caçar e me matar se discordar de mim, eu ainda estou lutando contra os ners fãs de Crepúsculo. [...]
É bastante óbvio que os livros de J.K. Rowling são cheios de detalhes e cheia de parcelas, subparcelas e sub-sub-parcelas, algumas das quais não podem ser encaixadas num filme. Subsequentemente, Enigma do Príncipe sofre os mesmos problemas dos outros filmes de Potter – há muita coisa acontecendo mas ainda se sente uma pouca insinceridade. Certamente, há muita coisa a ser curtida, mas isso requer uma solução a ser resolvida para se sobressair até o fim.
A primeira hora é uma energética experiência para dizer ao menos. Depois de um sem graça ataque dos Comensais da Morte na ponte Millennium (o jornal reporta um grande número de morto, apesar do fato que não há ninguém no local bem no momento), o filme passa como se estivesse engatinhando lentamente, tentando arrancar um humor pelos monótonos desentendimentos românticos entre os alunos de Hogwarts. Harry ama Gina, Rony ama Hermione, Dumbledore ama Harry (espero que eu não tenha sido o único a perceber uma assutadora vibe sacerdote-garoto do coro. [...]
Uma das coisas boas do filme é a aparição de um garoto de 16 anos, chamado Tom Riddle, que é quem dá a Harry Potter e o Enigma do príncipe uma verdadeira onda de suspense. [...]
Os Comensais da Morte trazem uma verdadeira ameaça quando Helena Bonham Carter, como Belatriz Lestrange, faz seus movimentos áereos, além da tinta preta na água, que é realmente fascinante. Você deseja que o filme inteiro fosse feito por cena como essas; o diretor David Yates traz adequadamente a história de Rowling aos cinemas [...], mas pergunto o que Alfonso Cúaron – ou até mesmo alguém como Guillermo Del Toro – poderiam ter feito com o mesmo material trabalhado.
A crítica comenta sobre o desempenho dos atores. Sobre Daniel Radcliffe, ela diz que o ator parece mover-se de cena em cena sem nenhum verdadeiro sentido, e que seu melhor momento no filme é quando diz que “Mas eu sou o eleito!”. Sobre Emma, apenas diz que tem muito pouco tempo em tela e que seria mais tolerável se não fosse por outros motivos. Entretanto, a crítica destaca que dentre o trio Rupert Grint se salva no papel de Rony, que durante os alívios cômicos leva o personagem com extrema facilidade, sendo mais charmoso do que o esperado.
A crítica também dá destaque a Evanna Lynch, que embora eles digam que tem muito pouco tempo em tela, se entrega totalmente ao personagem.
Além disso, é dado destaque ao uso ‘exagerado da magia’, como na cena em que Rony é acidentalmente é envenenado e basta Harry abrir a gaveta e colocar uns doces na sua boca e pronto. “Graças a Deus você lembrou do Bezoar”, diz Dumbledore. Graças a Deus mesmo, e é isso aí, a crise acabou. (Nós sabemos que o fato de Harry usar bezoar não indica que é a magia é exagerada).
Diferente dos filmes quatro e cinco, esse pelo menos parece nos preparar para algo grandioso. A ausência de Voldemort é sensível, mas o clímax define o que certamente será um formidável último episódio. [...]


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